terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Respeito é bom, e todo mundo gosta

Ontem no fim da tarde...
Estava conversando com a Luana sobre assuntos polêmicos – como o homossexualismo. É necessário ou não discuti-los? É mesmo preciso falar sobre temas pessoais, onde cada um escolhe o que quer? A Luana me disse que acha necessário sim discuti-los porque cada um tem uma opinião formada – ou contra ou a favor – ninguém pode ser imparcial. Segundo ela, a exposição dessas opiniões levam a um entendimento...

Anteontem, na parte da manhã...
Perguntei ao Mateus, um colega, sobre o significado de sua frase no MSN. A frase dizia: “Por que todo mundo está se convertendo?”. Para ele, essa conversão em massa tem sido uma espécie de modismo. Ele acha que as pessoas não estão se convertendo de coração. ..

Há alguns dias atrás...
Li uma reportagem na Revista da Semana, que falava sobre o crescimento do ateísmo no mundo e principalmente nos EUA , onde já existem até manifestações em busdoors e outdoors sobre a possível inexistência de Deus. Para essas pessoas a crença em um ser Divino é motivo suficiente para provocar guerras e problemas sociais .

Minhas opiniões:

Para a Luana eu disse que não acho necessário discutir certos assuntos. O necessário mesmo é manifestar respeito às vontades das pessoas. Eu posso ser imparcial se quiser. O fato de conviver com uma pessoa homossexual, não faz de mim uma defensora da causa. Eu apenas respeito. Minhas opiniões não devem (e não podem) interferir na vida das pessoas que convivem comigo. São minhas opções. São meus pensamentos. Pra quê ficar discutindo uma coisa que nunca chegará a um senso comum? Claro, que certas situações podem (e devem) ser discutidas , principalmente as situações que são inerentes a sociedade. Mas opções pessoais, sinceramente não devem ser assuntos relevantes para um debate.

Para o Mateus eu disse que achava importante o fato das pessoas se voltarem para coisas espirituais, pois isso as ajuda a manter o controle sobre seus atos, e até mesmo a respeitar uns aos outros. Mas também concordei com ele. A falsidade não as levará a lugar algum. O radicalismo também não. Mais uma vez entra a questão do respeito. Eu respeito suas crenças, você respeita as minhas. Vivemos em harmonia.

Já a reportagem sobre os ateus me chocou um pouco. Uma manifestação que instiga as pessoas a não acreditarem mais em Deus.. em função de quê? E pra quê? Depois, entendi o objetivo, e, apesar de não concordar com a iniciativa concordei com um trecho da reportagem que dizia o seguinte: “Não se trata, que fique claro, de um libelo contra as religiões. Acreditar ou não em Deus é decisão individual e o respeito às religiões (todas as religiões) é esteio da democracia. Até mesmo os ateus, ao se tornarem ortodoxos, estão de certa forma agindo como crentes. O que se defende é que, na complexidade da vida humana, exista espaço e tempo para todas as manifestações – e que a religião tenha seu lugar nesse cenário”.

Como pregar o livre arbítrio Divino, se nós, meros mortais insistimos em impor uns aos outros as ideologias que consideramos corretas?

É por essas e outras que considero “respeito” a palavra fundamental para que a convivência pacífica seja realidade. Cada um escolhe o que é melhor para si. Cada um vive as conseqüências dessas escolhas.

1 comentários:

Everaldo Vilela disse...

1. Respeito
2. Bom senso
3. Saber respeitar os espaços
4. Saber que as vezes não temos nada a ver com isso